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Estratégias de Eficiência Colectiva (EEC) / QREN

 

Reconhecimento e Dinamização de Pólos de Competitividade e Tecnologia e Clusters

 

Uma Estratégia de Eficiência Colectiva (EEC) é um conjunto coerente e estrategicamente justificado de iniciativas integradas num Programa de Acção, visando a inovação, a qualificação ou a modernização de um agregado económico, com uma implantação espacial de expressão nacional ou regional.

Estas iniciativas estimulam a cooperação e o funcionamento em rede entre as empresas e entre estas e outros actores relevantes para a estratégia – entidades de ensino e de I&DT, de formação, de assistência tecnológica, associações empresariais, entre outras.

A estratégia direcciona-se para o futuro e para a mudança de perfil de especialização da economia portuguesa, ou seja, ancorada na inovação, na competitividade e na mudança de comportamentos e atitudes.

A Autoridade de Gestão do Programa COMPETE é a entidade competente pelo processo de reconhecimento, acompanhamento e avaliação das EEC inseridas na tipologia Clusters, que podem assumir duas configurações:

- "Pólos de Competitividade e Tecnologia"(PCT);

- e "Outros Clusters" (OC).

A 15 de Julho por despacho dos senhores Ministros do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, da Economia e da Inovação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, e do Trabalho e Solidariedade Social foram reconhecidas formalmente 19 Estratégias de Eficiência Colectiva – tipologia Clusters: 11 Pólos de Competitividade e Tecnologia e 8 Clusters.

A 17 de Julho de 2009, no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, foram assinados em sessão pública os respectivos Contratos de Reconhecimento.

Os Programas de Acção envolvem um total de 108 projectos âncora e prevêem induzir um investimento total na ordem dos 650 milhões de euros.

Conforme artigo 9.º do "Enquadramento das Estratégias de Eficiência Colectiva", os projectos que forem avaliados como inseridos numa das EEC-Clusters terão acesso a incentivos majorados, desde que previstos nos respectivos Regulamentos Específicos, e a concursos específicos ou com dotações orçamentais específicas em concursos de âmbito genérico.

Os critérios de inserção dos projectos nas EEC-Clusters reconhecidas e o respectivo Enquadramento Sectorial e Territorial, que já se encontram publicados, são um referencial chave para o acesso às referidas condições preferenciais.

 

  • O que são os Pólos de Competitividade e Tecnologia?

 

Os Pólos de Competitividade e Tecnologia assumem uma forte orientação para os mercados e visibilidade internacional e o Programa de Acção está fortemente ancorado em actividades com elevado conteúdo de I&DT, inovação e conhecimento.

A rede de actores que suporta a actividade dos Pólos tem por objectivo alavancar de forma sustentável a competitividade nacional e empresarial, potenciando a atracção de novos investimentos com forte valor acrescentado, visando mudanças estruturais orientadas para investimentos inteligentes e de futuro.

Encontram-se reconhecidos os seguintes Pólos de Competitividade e Tecnologia:

 

1) Pólo de Competitividade da Saúde
http://www.healthportugal.com/ | info@healthportugal.com

 

2) Pólo de Competitividade da Moda
http://www.polodamoda.pt/ | apcm@polodamoda.pt

 

3) Pólo de Competitividade e Tecnologia Agro-industrial: alimentos, saúde e sustentabilidade
http://www.portugalfoods.org/ | geral@portugalfoods.org

 

4) Pólo de Competitividade e Tecnologia da Energia
http://www.energyin.com.pt/ | geral@energyin.com.pt

 

5) Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias de Base Florestal
http://www.aiff.org.pt/ | aiff.direccao@gmail.com

 

6) Pólo de Competitividade e Tecnologia Engineering & Tooling
http://www.toolingportugal.com/ | info@toolingportugal.com

 

7) Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias de Refinação, Petroquímica e Química Industrial
http://www.aipqr.pt/ | geral@aipqr.pt

 

8) Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias da Mobilidade – Portugal Mobi 2015
http://www.ceiia.com/ | ceiia@ceiia.com

 

9) PRODUTECH Pólo das Tecnologias de Produção
http://www.produtech.org/ | geral@produtech.org

 

10) TICE.PT Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica
http://www.tice.pt/ | geral@tice.pt

 

11) Pólo de Competitividade e Tecnologia Turismo 2015
http://www.turismo2015.pt/ | geral@turismo2015.pt

 

  • O que são os Outros Clusters?
 

Os Outros Clusters assumem uma forte orientação para os mercados, mas a melhoria da competitividade resulta de forma mais vincada na partilha de activos comuns e na criação de massa crítica que permita o desenvolvimento de projectos inovadores e a indução da orientação das empresas para os mercados internacionais.

Partilham com os Pólos de Competitividade e Tecnologia a necessidade de uma visão inovadora e orientada para as actividades de futuro, ainda que com eventual menor conteúdo de ciência e tecnologia.

Encontram-se reconhecidos os seguintes Clusters:

 

1) Cluster Habitat Sustentável
http://www.centrohabitat.net | centrohabitat@centrohabitat.net

 

2) Cluster Agro-Industrial do Centro
http://www.inovcluster.com | inovcluster@gmail.com

 

3) Cluster da Pedra Natural
http://www.valorpedra.pt | geral@valorpedra.pt

 

4) Cluster das Empresas de Mobiliário de Portugal
joaquim.pinto@clusterdomobiliario.com

 

5) Cluster das Indústrias Criativas na Região do Norte
http://www.addict.pt/ | info@addict.pt

 

6) Cluster Agro-Industrial do Ribatejo
http://www.agrocluster.com | geral@agrocluster.com

 

7) Cluster Vinhos da Região Demarcada do Douro
http://www.advid.pt/ | advid@advid.pt

 

8) Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar
http://www.oceano21.org/ | geral@oceano21.org

 

  • Onde se pretende chegar?
 

Com a implementação dos Pólos de Competitividade e Tecnologia e Outros Clusters reconhecidos, pretende-se:

> Focus estratégico – potenciar uma visão estratégica consentânea com os desafios do futuro, orientada para o mercado, com ganhos de eficácia e eficiência;

> Competição internacional – afirmação internacional das empresas, produtos e tecnologias de origem nacional/regional, contribuindo para o aumento das exportações e quotas de mercado, para a melhoria da balança tecnológica nacional, aumento da produtividade e geração de emprego qualificado;

> Projectos Estruturantes – desenvolver projectos estruturantes, com impacte relevante nacional, que sejam a base de suporte para desenvolver novos produtos e soluções, qualificar indústrias tradicionais e promover a dinamização de novos negócios do futuro;

> Investimento em I&D e Inovação – desenvolver projectos de Investigação e desenvolvimento tecnológico que permitam aumentar o valor acrescentado do produto nacional e suas exportações; ao mesmo tempo que potencie um maior grau de envolvimento entre as instituições do Sistema Nacional de Inovação;

> Cooperação dos actores – dinamizar e potenciar projectos colectivos, comuns e em cooperação, entre as empresas e com as entidades de suporte, catalisando uma nova abordagem de criatividade e inovação centrada na partilha e na multiplicação dos efeitos gerados pela confluência dos vários saberes.

 


(Textos extraídos do website do Programa Operacional Factores de Competitividade | Saiba mais aqui)

 

 

Avaliação da Estratégia e do Processo de Implementação das EEC-Clusters

 

No âmbito dos processos de acompanhamento e monitorização dos Polos e Clusters reconhecidos em Portugal, foram divulgados os resultados da Avaliação da Estratégia e do Processo de Implementação das EEC-Clusters.

O relatório final da avaliação está disponível no website do COMPETE (aqui).

 

 

Para mais informações e eventuais actualizações/rectificações, consultar www.pofc.qren.pt