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BIAL licencia um novo medicamento para a doença de Parkinson

Opicapone, segundo produto de investigação BIAL, será desenvolvido e comercializado no Japão pela ONO

 

BIAL assinou um contrato de licenciamento exclusivo com a empresa japonesa Ono Pharmaceutical Co., Ltd (ONO) para o desenvolvimento e comercialização no Japão de um novo tratamento para a doença de Parkinson, Opicapone (nome de código BIA 9-1067).

Depois da comercialização de Zebinix® (acetato de eslicarbazepina) para o tratamento da epilepsia, já disponível na maioria dos mercados europeus, este é o segundo produto de investigação BIAL a ser licenciado. Esta é a primeira vez que a empresa concretiza um acordo de licenciamento para o Japão, que é o terceiro maior mercado farmacêutico, depois dos EUA e da União Europeia.

De acordo com António Portela, CEO de BIAL, “é um momento histórico e significativo para BIAL e de grande satisfação para toda a nossa equipa. Nós fomos capazes de criar e desenvolver um segundo medicamento de investigação própria, confirmando as nossas capacidades científicas e técnicas e criando confiança na sustentabilidade do nosso projeto de I&D”. Acrescentando que “depois deste licenciamento para o mercado japonês, devemos concentrar-nos em encontrar os parceiros ideais para os EUA e a Europa”.

Com este acordo de licenciamento, a ONO fará a BIAL um pagamento inicial, a que acrescem novas parcelas no seguimento do desenvolvimento deste fármaco no Japão e da sua performance comercial.

Com sede em Osaka, a ONO é uma empresa farmacêutica de investigação orientada para o desenvolvimento de medicamentos inovadores em áreas especificas (informações em www.ono.co.jp).

Opicapone encontra-se em fase III de ensaios clínicos (testes confirmatórios que visam provar a eficácia, determinar a tolerabilidade e a segurança do futuro medicamento). Está a ser desenvolvido como terapêutica adjuvante da levodopa, fármaco de maior eficácia na terapêutica sintomática da doença de Parkinson. Depois de finalizados os ensaios de fase III, seguir-se-á o registo junto das autoridades regulamentares e a posterior aprovação para introdução no mercado.

 

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(BIAL, 18 de abril de 2013)