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Portugal: o sítio certo para investir e construir parcerias em Saúde

 

A Saúde é um setor proeminente e em rápido desenvolvimento em Portugal, tendo registado uma evolução notável ao longo das últimas duas décadas.

 

"Made in Portugal" significa qualidade, fiabilidade e competitividade. As empresas portuguesas são internacionalmente reconhecidas pela elevada qualidade dos seus produtos e serviços – por exemplo, produtos farmacêuticos, dispositivos médicos e outras tecnologias médicas – e pela sua capacidade para desenvolver, fabricar e fornecer uma vasta gama de soluções, com uma elevada flexibilidade. Existe também em Portugal uma oferta consistente ao nível das chamadas Contract Development and Manufacturing Organizations e produtores de substâncias ativas farmacêuticas (APIs).

A indústria portuguesa das áreas da farmacêutica e dos dispositivos médicos tem crescido acima da média nacional nos últimos anos, registando um aumento considerável nas exportações para países como EUA, Alemanha, Reino Unido, Espanha e França. As exportações portuguesas de bens de saúde cresceram 125% entre 2008 e 2016, até aos 1.411 milhões de euros. Este valor inclui a exportação de preparações farmacêuticas (1.056 milhões), produtos farmacêuticos de base (78 milhões), instrumentos e material médico-cirúrgico (266 milhões), e equipamentos de radiação, eletromedicina e eletroterapêutico (10 milhões), não incluindo as vendas de empresas portuguesas sedeadas no estrangeiro, as soluções de eHealth e os serviços.

 

Portugal tem um ecossistema de Investigação & Desenvolvimento vibrante e inovador, caracterizado pela presença de instituições e de cientistas de renome mundial – painéis de peritos internacionais classificaram 13 das 24 Unidades de I&D portuguesas da área das ciências da vida ou da saúde com Excecional, Excelente ou Muito Bom –, em áreas como as neurociências, o cancro, a imunologia, a medicina regenerativa e a nanomedicina (www.scienceportugal.com). A produção científica portuguesa nas áreas das ciências médicas e da saúde (inclui medicina clínica, medicina básica e ciências da saúde), ciências da vida e engenharia médica cresceu 88% entre 2008 e 2014, atingindo um valor de 8.158 publicações – 42% da produção científica total do país.

Na base deste sucesso está um sistema de ensino superior de elevada qualidade, responsável pela formação, todos os anos, de milhares de profissionais qualificados em áreas como a medicina, enfermagem, terapia e reabilitação, tecnologias de diagnóstico e terapêutica, ciências biomédicas, e ciências farmacêuticas, entre outras. Anualmente, são mais de 600 os estudantes que concluem doutoramentos nas áreas das ciências da vida, médicas e da saúde, e da engenharia médica.

 

Portugal tem também um sistema de saúde de elevada qualidade, com excelentes profissionais e equipamentos modernos. Esta qualidade é regularmente avaliada por uma entidade reguladora nacional independente, e há um número crescente de hospitais a obter a acreditação internacional. A derradeira evidência da qualidade do sistema de saúde português consiste nos indicadores de saúde francamente positivos do país – Portugal tem hoje uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo, e está no grupo da frente dos países com maior esperança média de vida à nascença.

Para além da sua qualidade, que é acompanhada pela segurança e pela inovação, a oferta portuguesa na área dos cuidados de saúde destaca-se também pela competitividade de custos em diversos segmentos de mercado. Se consideradas em conjunto com fatores como a localização geográfica do país, o seu clima, a sua oferta turística, cultural e de lazer, e a hospitalidade das pessoas, por exemplo, estas características fazem de Portugal um destino de eleição para o turismo de saúde (www.medicaltourisminportugal.com). Esta realidade compreende as componentes pública e privada, que se complementam e articulam entre si, disponibilizando uma oferta global altamente qualificada e diferenciada.

 

Dada a qualidade das instituições de I&D e dos hospitais portugueses, incluindo os seus recursos humanos e as infraestruturas e equipamentos, o país posiciona-se como um parceiro competitivo ao nível dos serviços científicos/tecnológicos/analíticos especializados, bem como um destino atrativo para a realização de ensaios clínicos – o número de pedidos de autorização de ensaios clínicos submetidos à autoridade nacional competente aumentou 56% entre 2011 e 2017.

De destacar o caso da "TRIS-HCP | Translational and Clinical Research Infrastructures Specialisation Platform – Health Cluster Portugal", que integra o Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação 2014-2020, e que reúne muitas das mais reputadas instituições de I&D, hospitais e centros académicos clínicos portugueses. A TRIS-HCP pode ajudar investigadores e empresas (nacionais ou estrangeiras) a encontrar os parceiros certos para os seus projetos de I&D, uma vez que disponibiliza, através dos seus membros, uma vasta gama de recursos, serviços e competências nos domínios da investigação de translação e clínica, sobretudo nas seguintes áreas de especialização: i) Doenças – cancro; cardiovasculares; infecciosas; metabólicas; neurológicas; raras; ii) Produtos – medicamentos de terapia avançada e biológicos; biomarcadores; imagiologia e tracing; moléculas pequenas; vacinas.

 

Sob os auspícios do Health Cluster Portugal (HCP), o "ecossistema de Saúde" português está a desenvolver projetos inovadores em áreas como a investigação de translação e clínica, envelhecimento ativo e saudável, eHealth, ambient assisted living e turismo de saúde. As universidades, as instituições de I&D, os hospitais e as empresas trabalham, cada vez mais, em conjunto no desenvolvimento de novas soluções para melhorar a saúde humana.

 

Face à qualidade da cadeia de valor da saúde portuguesa, a par de um clima de investimento favorável, destacadas empresas multinacionais escolheram já Portugal para estabelecer unidades produtivas e/ou centros de I&D.